Sweet Tooth: Como um drama de fantasia pode te fazer bem!

Olá, meu padawan! Tudo bem?

Hoje eu trago uma crítica misturada com uma indicação de série que ganhou a minha atenção. Vamos falar de Sweet Tooth, que teve sua última temporada lançada há alguns meses na Netflix.

reprodução Netflix

Me perdoem pela demora em falar dessa série, mas aconteceram algumas coisas na minha vida, e só agora consegui voltar a assistir séries com vontade. Então, vamos lá! Hoje vou contar como um drama de fantasia pode realmente te tocar. Vamos falar sobre as três temporadas de Sweet Tooth.

Como vocês devem saber (ou imaginar), eu sou apaixonada por produções baseadas em quadrinhos. Já as baseadas em livros nem tanto, porque frequentemente me decepcionam – não que as adaptações de HQs não façam o mesmo, claro. Foi justamente essa paixão que me fez dar uma chance a Sweet Tooth, série original da Netflix inspirada nos quadrinhos de Jeff Lemire com o mesmo nome.

A primeira temporada, lançada em 2021, foi uma bela introdução ao mundo dos híbridos, humanos, flagelos e todo o universo peculiar da série. Um ótimo "primeiro capítulo", digamos assim. Já a segunda temporada, que chegou no ano seguinte, trouxe um tom mais leve, o que incomodou algumas pessoas. Muitos disseram que “a série esfriou”, mas, como alguém que só conhece a série e não as HQs, eu discordo. Teve sim uns momentos que nos deixam pensando “o que foi isso?”, mas nada que me fizesse soltar um textão difamando a produção.

Agora, a terceira temporada, que estreou no meio deste ano, teve altos e baixos para mim. Eu adoro séries com episódios longos, mas só se o tempo passar sem que eu perceba. E, infelizmente, nem todos os episódios dessa temporada tiveram essa mágica. A fotografia, a trilha sonora e o elenco continuam impecáveis, mas o roteiro apresenta alguns furos e escolhas questionáveis – como a morte da mãe do Gus. Eu entendi o sacrifício e o motivo, mas achei a execução boba.

Muita gente diz que a série perdeu o brilho. Eu não vejo assim. Acredito que ela apenas se tornou mais leve e abraçou sua verdadeira essência: um drama de fantasia.

No geral, a história é encantadora. Eu sorri várias vezes assistindo, quase chorei em outras, e os personagens são incrivelmente bem trabalhados. Tanto os vilões quanto os heróis te provocam emoções genuínas. Dá raiva do líder dos Últimos Homens e vontade de abraçar o Gus, que é um amorzinho! E não são esses os melhores personagens? Aqueles que mexem com a gente?

Recomendo Sweet Tooth se você gosta de dramas, híbridos e HQs. Mas também recomendo se está sem saber o que assistir. Apesar dos episódios longos em alguns momentos, o tempo passa que a gente nem vê.

Assista Sweet Tooth e depois venha conversar comigo sobre o que concorda ou discorda. Vou adorar saber a sua opinião!



Espero que tenha gosta, até o próximo post.
Beijinhos de sua Lady Jedi


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